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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Les Ombres Restaurant - LE CHIC PARISIEN
O Restaurante Les Ombres, em Paris, com seu ambiente refinado, alia a perfeita harmonização da culinária francesa contemporânea a bons vinhos em seu cardápio que representa boa parte da enologia francesa.
Localização privilegiada! Seu teto totalmente envidraçado, faz com que esse restaurante ofereça aos seus clientes uma vista encantadora e primorosa da Torre Eiffel. Então é só esperar a Tour Eiffel Piscar a cada hora! E não é nada chato ficar aguardando por lá!
Do cardápio escolhido, uma viagem por toda cultura e culinária francesas...
Localização privilegiada! Seu teto totalmente envidraçado, faz com que esse restaurante ofereça aos seus clientes uma vista encantadora e primorosa da Torre Eiffel. Então é só esperar a Tour Eiffel Piscar a cada hora! E não é nada chato ficar aguardando por lá!
Do cardápio escolhido, uma viagem por toda cultura e culinária francesas...
Foie gras de canard mi-cuit, déclinaison de coing
Oeuf
parfait, girolles et pousses de soja, espuma au lait d’amande
Gambas
snackées, riz vénéré,
salade craquante de courgette, émulsion mozzarella
Indiscutivelmente, uma excelente opção em Paris!!!
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Voos de São Paulo a Mendoza pela GOL
A GOL é primeira companhia aérea brasileira e da América Latina a operar um voo direto para Mendoza, um ótimo destino para se visitar no inverno e realizar passeios enogastronômicos.
Localizada no oeste da Argentina, a cidade fica sob um céu quase sempre ensolarado. Ela oferece muitas vinícolas para visitação e é responsável por quase 80% da produção de vinho do país.
A cidade conta com vários hotéis luxuosos, lindas praças na região central, além de muitos lugares para se desfrutar a ótima gastronomia.
Nos arredores de Mendoza estão paisagens naturais incríveis, onde estão várias estações de esqui e snowboarding. A mais famosa, Los Penitentes, tem mais de 300 hectares de pistas de esqui e uma grande infraestrutura de hospedagem.
Voe a partir de 04 julho e aproveite o gostoso clima frio da região.
Que tal cotar sua viagem com Aquela Sua Viagem!
Fonte: Gapnet, operadora parceira do Aquela Sua Viagem
sábado, 30 de maio de 2015
Harmonizar e cozinhar uma Moqueca!
Harmonizar e cozinhar uma Moqueca!
Após conversa com renomados anestesistas mineiros sobre os segredos da Moqueca Capixaba, republico a receita divulgada em 2009.
Nessa oportunidade, fica aberta a discussão sobre qual vinho deverá acompanhar o prato, proporcionando uma bela harmonização.
A moqueca capixaba é um prato típico da culinária do Espírito Santo, diferindo da peixada tradicional - que obrigatoriamente deve levar leite-de-coco e azeite de dendê. A receita capixaba prescinde desses ingredientes, apesar de se considerar elementos essenciais para se configurar uma moqueca, segundo o lexicógrafo e folclorista Câmara Cascudo.
Moqueca de calda de lagosta preparada no dia dos pais 2011!
Anote os ingredientes:

Moqueca de banana da terra!
Os peixes ideais são aqueles sem muitas espinhas e de consistência firme. Pode-se também, pelo mesmo método, fazer-se uma moqueca de camarão, de lagosta, de sururu, etc. O importante é que a moqueca capixaba não leve nem azeite-de-dendê e nem leite de côco. Se não, virá peixada!
Preparo:
Limpe bem o peixe, corte-o em postas e deixe-o em uma vasilha com sal e o suco de limão. Deixe o peixe "descansando" enquanto prepara os outros ingredientes. O ideal é que a moqueca seja preparada em uma panela de barro. Ponha nesta panela 2 colheres de óleo, azeite a gosto, cebolinha verde picada, cebola cortada em rodelas e coentro picado ou em maço, tomate e colorau. Aliás, pode-se usar tanto o colorau já em pó, como o colorau em sementes (urucum). Nesse caso, começa-se por colocar as sementes no óleo e fritá-las um pouco para que liberem sua cor. Cuidado pois costumam "pular" (estourar) no óleo quente. Depois que o óleo já estiver bem colorido de vermelho, descarte as sementes utilizadas).
Em seguida, refogar os ingredientes que já estão na panela. Arrume as postas do peixe e repita a camada de temperos picados, cebolas, tomates e peixe, assim sucessivamente. É importante não adicionar água, pois durante o cozimento, o peixe, os frutos do mar e os tomates vão liberar seu próprio líquido . Deixe cozinhando em fogo brando e quando abrir fervura, se quiser, coloque umas poucas gotas de limão. Tampe a panela e após 10 minutos ou 15 minutos, experimente o sal. O peixe não deve ser mexido na panela e também não deve ficar cozinhando muito tempo, senão endurecerá.
Se quiser, quase no final do cozimento, acrescente camarõezinhos descacados (quantidade a gosto). É bom não acrescentá-los muito cedo, senão ficam borrachudos. Outra dica: é interessante tirar a pele dos tomates antes de utilizá-los na moqueca, caso prefira-os cortados em rodelas. Para tal, basta colocá-los durante 1 ou 2 minutos em água bem quente. Retirá-los e puxar a pele, que se soltará facilmente. Mas os tomates também podem ser contados em pedaços grandes para se forrar o fundo da panela.
Para o pirão, que tradicionalmente acompanha a moqueca, o processo é o mesmo. Utiliza-se outra panelinha e as partes menos "nobres" do peixe, como a cabeça, por exemplo, pedaços menores, rabo, etc. Acrescente os mesmos temperos, proporcionalmente à quantidade de pirão que se deseja fazer. Depois que o peixe estiver bem cozido, retire-o, verifique o tempero e acrescente ao caldo que ficou na panela, a farinha de mandioca crua. Acrescente-a em "chuva" e aos poucos, mexendo bem o pirão, até atingir a consistência desejada.
Para um belo acompanhamento, pode-se também fazer uma moqueca de banana da terra. O processo é o mesmo, deixando cozinhar por 20 minutos em uma pequena panela.
A moqueca chega à mesa na panela em que foi cozida, geralmente fumegante, acompanhada de seu pirão e de arroz branco. É considerada saudável e relativamente barato seu preparo.
Deixe sua contribuição e diga qual vinho se harmonizaria bem com as moquecas capixabas!
Minhas sugestões:
Boas alternativas, um típico Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. Exemplares chilenos de Casablanca e Vale San Antonio e sul-africanos!
Desde que seja um vinho com força de aromas, muita fruta, muita juventude e textura macia.
A suculência do prato lembra também vinhos magros, mesmo que jovens e de boa acidez. O uso de uma boa pimenta exige o frescor dos brancos geralmente jovens. Evitar Chardonnays fermentados em barrica. O toque de madeira não sintoniza com o prato, além de faltar o frescor tão necessário, principalmente para a opção mais apimentada.
Quem disse que tinto não tem vez?
Trata-se de prato de peixes de textura mais firme, com longo cozimento, caldo suculento e rico em aromas. No caso da moqueca dos capixabas, experimente um Tempranillo, um Syrah ou um Sangiovese, encorpados e obrigatoriamente jovens. Os taninos poderão ser absorvidos pela suculência do molho. A preocupação com a metalização torna-se remoto, já que o longo cozimento abranda muito o efeito da maresia.
Rosés? As opções mais encorpadas de Cabernet Sauvignon com um pouco de frescor, juventude e vibração.
O mais importante, não se esqueça de uma boa companhia!
Moqueca Capixaba
Nessa oportunidade, fica aberta a discussão sobre qual vinho deverá acompanhar o prato, proporcionando uma bela harmonização.
A moqueca capixaba é um prato típico da culinária do Espírito Santo, diferindo da peixada tradicional - que obrigatoriamente deve levar leite-de-coco e azeite de dendê. A receita capixaba prescinde desses ingredientes, apesar de se considerar elementos essenciais para se configurar uma moqueca, segundo o lexicógrafo e folclorista Câmara Cascudo.
Moqueca de calda de lagosta preparada no dia dos pais 2011!
Anote os ingredientes:
- 2 quilos de peixe fresco (badejo, namorado, papaterra, robalo, pargo, cação, etc.) ou camarões VG e calda de lagosta;
- 2 maços de coentro;
- 2 maços de cebolinha verde;
- 2 quilos de tomate;
- Óleo;
- Azeite;
- Colorau;
- Sal e pimenta a gosto; e
- Suco de limão.
- Acrescento aqui meus toques de gengibre e cardamome!
- 2 maços de coentro;
- 2 maços de cebolinha verde;
- 2 quilos de tomate;
- Óleo;
- Azeite;
- Colorau;
- Sal e pimenta a gosto; e
- Suco de limão.
- Acrescento aqui meus toques de gengibre e cardamome!
Moqueca de banana da terra!
Os peixes ideais são aqueles sem muitas espinhas e de consistência firme. Pode-se também, pelo mesmo método, fazer-se uma moqueca de camarão, de lagosta, de sururu, etc. O importante é que a moqueca capixaba não leve nem azeite-de-dendê e nem leite de côco. Se não, virá peixada!
Preparo:
Limpe bem o peixe, corte-o em postas e deixe-o em uma vasilha com sal e o suco de limão. Deixe o peixe "descansando" enquanto prepara os outros ingredientes. O ideal é que a moqueca seja preparada em uma panela de barro. Ponha nesta panela 2 colheres de óleo, azeite a gosto, cebolinha verde picada, cebola cortada em rodelas e coentro picado ou em maço, tomate e colorau. Aliás, pode-se usar tanto o colorau já em pó, como o colorau em sementes (urucum). Nesse caso, começa-se por colocar as sementes no óleo e fritá-las um pouco para que liberem sua cor. Cuidado pois costumam "pular" (estourar) no óleo quente. Depois que o óleo já estiver bem colorido de vermelho, descarte as sementes utilizadas).
Em seguida, refogar os ingredientes que já estão na panela. Arrume as postas do peixe e repita a camada de temperos picados, cebolas, tomates e peixe, assim sucessivamente. É importante não adicionar água, pois durante o cozimento, o peixe, os frutos do mar e os tomates vão liberar seu próprio líquido . Deixe cozinhando em fogo brando e quando abrir fervura, se quiser, coloque umas poucas gotas de limão. Tampe a panela e após 10 minutos ou 15 minutos, experimente o sal. O peixe não deve ser mexido na panela e também não deve ficar cozinhando muito tempo, senão endurecerá.
Se quiser, quase no final do cozimento, acrescente camarõezinhos descacados (quantidade a gosto). É bom não acrescentá-los muito cedo, senão ficam borrachudos. Outra dica: é interessante tirar a pele dos tomates antes de utilizá-los na moqueca, caso prefira-os cortados em rodelas. Para tal, basta colocá-los durante 1 ou 2 minutos em água bem quente. Retirá-los e puxar a pele, que se soltará facilmente. Mas os tomates também podem ser contados em pedaços grandes para se forrar o fundo da panela.
Para o pirão, que tradicionalmente acompanha a moqueca, o processo é o mesmo. Utiliza-se outra panelinha e as partes menos "nobres" do peixe, como a cabeça, por exemplo, pedaços menores, rabo, etc. Acrescente os mesmos temperos, proporcionalmente à quantidade de pirão que se deseja fazer. Depois que o peixe estiver bem cozido, retire-o, verifique o tempero e acrescente ao caldo que ficou na panela, a farinha de mandioca crua. Acrescente-a em "chuva" e aos poucos, mexendo bem o pirão, até atingir a consistência desejada.
Para um belo acompanhamento, pode-se também fazer uma moqueca de banana da terra. O processo é o mesmo, deixando cozinhar por 20 minutos em uma pequena panela.
A moqueca chega à mesa na panela em que foi cozida, geralmente fumegante, acompanhada de seu pirão e de arroz branco. É considerada saudável e relativamente barato seu preparo.
Deixe sua contribuição e diga qual vinho se harmonizaria bem com as moquecas capixabas!
Minhas sugestões:
Boas alternativas, um típico Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. Exemplares chilenos de Casablanca e Vale San Antonio e sul-africanos!
Desde que seja um vinho com força de aromas, muita fruta, muita juventude e textura macia.
A suculência do prato lembra também vinhos magros, mesmo que jovens e de boa acidez. O uso de uma boa pimenta exige o frescor dos brancos geralmente jovens. Evitar Chardonnays fermentados em barrica. O toque de madeira não sintoniza com o prato, além de faltar o frescor tão necessário, principalmente para a opção mais apimentada.
Quem disse que tinto não tem vez?
Trata-se de prato de peixes de textura mais firme, com longo cozimento, caldo suculento e rico em aromas. No caso da moqueca dos capixabas, experimente um Tempranillo, um Syrah ou um Sangiovese, encorpados e obrigatoriamente jovens. Os taninos poderão ser absorvidos pela suculência do molho. A preocupação com a metalização torna-se remoto, já que o longo cozimento abranda muito o efeito da maresia.
Rosés? As opções mais encorpadas de Cabernet Sauvignon com um pouco de frescor, juventude e vibração.
O mais importante, não se esqueça de uma boa companhia!
Fonte: Impressões pessoais e Wikipedia, Vinho sem segredo, Vinho acessível
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